da redação do Farofa
Na semana passada (23 a 27/06), nenhuma notícia no mundo digital teve tanto impacto quanto o já anunciado "último dia de Bill Gates" como executivo da Microsoft, empresa que fundou há 33 anos, revolucionou de forma definitiva toda a indústria da micro-informática, tornou-se e permaneceu por muito tempo "o homem mais rico do mundo", e angariou afetos e desafetos em todo o mundo da tecnologia.
Gates ainda é, sem sombra de dúvida, o maior expoente da indústria da informática. Sem a sua visão dos computadores em cada residência, não haveria a popularização da internet e, consequentemente, não haveria fenômenos mais recentes como o Google, o e-commerce, etc. Toda a base desta indústria tornou-se possível pois, goste ou não, os PCs se difundiram no mercado, embarcados com o DOS e, posteriormente, Windows, desenvolvidos pela Microsoft.
Na sexta-feira, dia 27, Gates realizou seu último expediente como executivo-chefe de arquitetura de softwares, cargo que mantinha desde 2000, quando se afastou da presidência da empresa, cedendo seu cargo a Steve Ballmer, o histriônico parceiro de Gates desde os primórdios da empresa (além de Paul Allen, sócio-fundador, que se afastou em 1983 em função de uma grave doença, da qual curou-se tempos depois).
Agora, aguardemos as novas revoluções de Bill Gates no comando de sua fundação, juntamente a sua esposa - Melinda Gates. Sua nova missão estará focada nas obras sociais e no desenvolvimento da saúde por todo o mundo.
Veja abaixo alguns links para matérias interessantes que cobriram o fato:
BizRevolution
Business Week
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